fotos: Flávio Jardim
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Entrevista na íntegra e mais fotos... APROVEITE!!!
BRUNO MAZZEO
Ator, humorista, diretor, roteirista e autor. Aos 33 anos, Bruno mostra seu talento e sua versatilidade por onde passa, seja na TV, no teatro ou no cinema!
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ai do lindo João, de 6 anos, e filho do maior humorista brasileiro, Chico Anysio, Bruno Mazzeo é conhecido não só pela hilária campanha da Embratel, mas também pelo sucesso “Cilada” (série exibida em seis temporadas no canal pago Multishow e depois adaptada para o “Fantástico”).
Gentil e com um belo sorriso (como sempre), Bruno recebeu a TAL entre a pedra e os bares do “Baixo Gávea”, no Rio de Janeiro, na tarde de domingo dia 20 de março. Tive a honra de fazer o show de humor “Nós dois e grande elenco” ao lado de Bruno, em 2003, no Mistura Fina (RJ). Então, aproveitei para dar aquele abraço e bater um belo papo na sala de seu apartamento, enquanto João “jogava futebol” no play station, vestido com a camisa do Vasco.
Roteirista da Globo desde os 14 anos de idade, redator de programas como “Sai de Baixo” e “A Diarista”, Bruno, que hoje está com 33 anos de idade, é um ícone nacional, em razão do seu talento e da sua versatilidade. Quem o conhece hoje, não faz idéia que ele já tenha vinte anos de carreira! Veteraníssimo, não só trabalhou na TV, mas também no teatro. Tanto atuando, como escrevendo e dirigindo. Neste ano poderemos curti-lo nas telonas, no filme “Cilada.com”, o qual foi inspirado na série homônima que ele mesmo criou. “Quando a série saiu em DVD, fiquei muito feliz. Me incomoda o fato de a TV ser tão descartável. Você fica um tempão fazendo uma coisa. Um dia vai ao ar, e depois acaba”, comenta ele.
Há pouco tempo Bruno estreou na TV Globo a série “Junto & Misturado”, na qual, além de participar da equipe de redação, também atua. “A gente várias vezes se pega em mesa de bar do Baixo Gávea e fala: ‘Pô, tem metade do elenco aqui’. É uma turma que vem junto de várias coisas”.
Bruno, hoje Obama está nos fazendo uma “visita diplomática”. Você acha isso bom ou ruim?
Não entendo do assunto, então realmente não sei o que vai ajudar objetivamente ao nosso pais. Mas deve ser coisa boa, afinal, não é sempre que um presidente dos EUA nos visita. Se facilitarem nossos vistos, já vai ser uma vitória!
Se você fosse o Presidente do Brasil, qual a primeira medida que tomaria?
Infelizmente um Presidente não tem responsabilidade única, fica meio de mãos atadas. O grande problema é o Congresso. Mais de 300 pessoas e quase nenhum presta. E me enlouquece a questão de eles próprios julgarem eles. Isso é que eu acho que deveria ser revisto.
Será que um dia você seguirá carreira política? Já pensou nessa hipótese?
Jamais. No máximo dentro do Vasco.
Você acha que o artista deve se autoproduzir para conseguir ganhar grana no Brasil?
Sem duvida. Quem se autoproduz tem mais chances de vitória. Tiro por mim, que produzo meus filmes, minhas peças e, às vezes, até programas de TV (como foi o caso do Cilada). Mas pra isso é preciso ter a característica do empreendedor, o que nem todos têm.
O que faltou (ou ainda falta) à TV, para que ela possa ceder mais espaço aos tantos talentos do humor que existem em nosso país?
Acho que a TV já vem cedendo, aos poucos novos comediantes estão chegando.
Você criou a série “Cilada” , que foi exibida em seis temporadas, no canal pago Multishow, e depois adaptada para o “Fantástico”. Como foi o convite da Globo que, pela primeira vez, importou um formato de outra emissora?
A Globo já tinha o plano de fazer algum tipo de investimento em mim. E o Guel Arraes, pra me proteger, achou melhor me “lançar” com um formato já dominado. Como ele gostava do “Cilada” e achava que cabia dentro do Fantástico, fez a escolha. No começo eu relutei, ficamos uns 2 anos nessa, até que eu cedi. E não me arrependo. Hoje vejo que ele estava certo, e sou muito grato por isso.
Ao lado do Diretor José Alvarenga, você levou “Cilada” às telas do cinema. O filme “Cilada.com” estréia quando e onde?
No dia 8 de julho, no Brasil inteiro.
Como formato de programa de televisão, o que tem em comum “Cilada” com “Tudo Junto & Misturado”?
Lidar com o cotidiano. Mas com olhares diferentes, outra pegada.
E o longa do Marcelo Rubens Paiva “ E aí, Comeu?”, você está gravando?
Ainda não. Estamos trabalhando no roteiro. Vamos rodar no segundo semestre deste ano.
O longa baseado na peça de Marcelo Rubens Paiva mostrará como funciona o universo masculino, sem censura. Os atores Bruno Mazzeo, Marcos Palmeira e Emílio Orciollo interpretarão três amigos de infância, que buscam entender as relações dos homens com as mulheres. Bruno é também produtor do filme.
Será que, com a possibilidade que a internet proporciona, a TV vai ter que “correr atrás” e abrir mais portas, para poder acompanhar a nova geração de artistas?
Realmente não sei. Estou um pouco de bode com a internet. Mas sem dúvida ela é um veículo importante pra quem quer se lançar, porque o próprio artista é a sua TV. Não precisa que ninguém aprove um projeto seu, ter contatos, entradas, nada disso. Ele produz, bota no ar e pronto. O público tem acesso imediato.
Você pensa em ter um Programa na INTERNET?
Não. Já passei dessa fase.
O que acha mais cômico em você?
Em mim, pessoalmente? Não sou um cara engraçado, como o Leandro Hassum, por exemplo. Mas gosto do meu tempo de humor. Especialmente das minhas pausas de constrangimento. Gosto de explorar isso, e fico me policiando, porque às vezes acho até que exagero.
Será que estamos vivendo o melhor momento da comédia no Brasil?
Não sei se é o melhor momento. Mas é um momento em que muitos têm tido chance, graças à própria internet, e ao investimento de outros canais, que não só a Globo.
Você e a Renata (a atriz Renata Castro Barbosa, ex mulher de Bruno e mãe de João) são muito amigos até hoje. O que falta às pessoas que não conseguem manter uma amizade, após terminarem seus casamentos?
Olha... não sei. Minha relação com a Rê é tão boa que, quando vejo amigos separados, em “guerra”, simplesmente não consigo entender. Pra mim é tão natural que as relações se transformem quando se tem amor envolvido. As histórias não podem ser descartáveis. Mas pra isso é preciso deixar o orgulho de lado e trabalhar com maturidade. Foi o que fizemos. E eu sou muito feliz com isso.
Você me disse que acha o João, seu filho, parecido fisicamente com você. Quando você tinha a idade do João(6 anos), possivelmente seu pai já devia sentir que você seria artista. Você sente isso do João?
Acho o João a minha cara, apesar da Rê não concordar tanto assim! Ele é muito pequeno, não dá pra saber se tem dotes artísticos, mas com certeza herdou o humor dos pais. Ele tem tiradas incríveis, é muito sensível e inteligente.
A última vez que estive com seu pai (fazendo o bate-papo para a CAPA da TAL), ele te elogiou muito. Você sabia que ele é seu fã de carteirinha?
Sabia sim... (Bruno sorri sem graça e, ao mesmo tempo, se sente lisonjeado)
sábado, 10 de abril de 2010
SAMARA FELIPPO na CAPA de 2 ANOS da REVISTA TAL! UM ARRASO! Confira entrevista na íntegra:
Bem humorada, linda e talentosa!
Seu objetivo era tornar-se ginasta, mas decidiu estudar teatro para perder a inibição. Aos 17 anos desistiu de prestar vestibular para Informática, ao obter uma vaga na Oficina de Atores da Rede Globo de Televisão. No início de 1997, participou do quadro “Estrela por um Dia”, no programa “Domingão do Faustão”, e seu desempenho foi considerado excelente! Naquele mesmo ano, Samara fez sua estréia na novela Anjo Mau, da Globo, quando deu início à sua carreira de sucesso!
Hoje, aos 32 anos, ela mora com sua linda filha Alicia, de 8 meses, no Rio de Janeiro, onde nos recebeu para este delicioso bate-papo...
Como está a vida de mãe? Você esperava que fosse tão boa?
Esperava sim. Minhas amigas que já tinham filhos estavam sempre “no céu”. Só falavam coisas boas. Então, eu não esperava outra coisa. É muito cansaço, muita preocupação, mas é a melhor coisa do mundo! Sou mãezona.
Você sonhava em ser mãe?
Eu sempre sonhei. Sempre falei que iria me casar, ter filhos... Tem mulher que opta por não ter filhos, mas eu sempre quis. Minha família sempre foi muito grande, com muitos primos. Meu pai era muito animado, meus natais foram sempre muito animados, as festas de Ano Novo sempre tiveram muito essa coisa de família, por isso sempre sonhei em ter filhos. Não sabia nem quando, nem com quem, mas queria... (risos)
E como surgiu o Leandrinho nessa história?
O Leandro surgiu na minha vida da maneira mais engraçada e menos obvia possível. Eu estava há bastante tempo sozinha, me amando, amando estar sozinha. Tinha saído de um relacionamento no qual tinha comido o pão que o diabo amassou.
Muitas pessoas não fazem isso, elas emendam um relacionamento no outro e não dão aquela “zerada”. Eu consegui, e é muito bom. Então, eu não dava satisfação pra ninguém, eu ia pra onde eu queria, e estava curtindo muito aquela fase.
Aí, um dia, estava numa boate, e uma amiga minha me apresentou o Leandrinho. Eu nunca tinha visto basquete na minha vida e não sabia quem era o Leandro. Ele pediu meu telefone para minha amiga, e mandei dizer que não podia dar. Mas, de alguma forma, ele conseguiu o meu número e me ligou. Fui super grossa com ele, porque não queria ninguém me aborrecendo. Mas o Leandro foi me amolecendo, ele é uma pessoa que tem esse dom.
Mas, naquele primeiro contato eu fui muito bravinha. Perguntava como ele tinha conseguido meu telefone, porque estava me ligando sem autorização... Mas ele foi me quebrando, foi batendo papo e dizendo que tinha me adorado. Trocamos msn e ficamos batendo papo, e fui achando ele gente boa. Uma amiga que temos em comum só falava bem dele, dizia que ele era “pra casar”. E eu dizia que não, que era pra esquecer isso. “Ele é gente boa, que bom, então vamos conversar”, eu pensava.
Eu estava no elenco de uma peça naquele momento, e me apresentava todos os finais de semana, e, durante uma conversa, ele me disse que, quando eu quisesse ir pros EUA, era só ir, que a porta da casa dele estava aberta. Eu disse que era impossível, porque estava com a peça em cartaz todo final de semana. Mas o espetáculo foi cancelado em duas cidades, em dois finais de semana seguidos. Falei: “Quer saber? Vou viajar”. Ai liguei pra Gis, minha amiga, e a convidei pra ir comigo. Quando chegamos no aeroporto, o passaporte dela estava vencido, e eu acabei indo sozinha.
Então era pra ser, Samara...
É... o Leandro foi me cercando de carinho e fui convivendo com um cara muito bacana, pé no chão. Por mais que ele seja bem sucedido, ele não viaja nas estrelas. Fiquei muito encantada com ele.
E os planos com ele e com a Alicia?
Eu não faço planos. A única coisa certa que a gente tem é que ele quer terminar a carreira dele aqui no Brasil. Mas ele está com 27 anos, e tem pelo menos mais sete anos de carreira. Não sei o que vou fazer. Não vou dizer que vou largar minha carreira, muito menos que nunca vou para lá. Eu amo minha família, mas estou numa balança louca, porque também amo meu trabalho. Amigas minhas já disseram que se fossem eu, já teriam ido embora pros EUA há muito tempo.
A gente não planejou um filho, mas também não foi um acidente. E quando a gente começou a falar em ter um filho, pensamos nisso. Mas ele nunca me pressionou, porque eu amo minha vida aqui. E o meu trabalho também me dá essa liberdade. Curti minha gravidez toda, e não me colocaram ainda para trabalhar porque sabem que eu estou com a Alicia pequenininha, mas já estou pronta, louca pra voltar.
Sua filha protagonizou a Campanha Nacional de doação de leite materno. Você vai mostrar sua filha apenas em causas nobres como esta, ou você é daquelas mães que não liga em expor o filho na mídia, já que você é uma pessoa pública?
Eu também fiquei muito dividida com relação a isso. As pessoas ficam muito curiosas para ver. A primeira vez que ela apareceu foi na campanha de amamentação, ainda era muito pequenininha, mas achei uma causa bacana. Acho que não preciso ficar expondo. Não sou também dessas de ficar posando para tudo e para todos. E, recentemente, fiz uma matéria com ela para a Revista Caras. Acho que funciona como uma cota. Já conheceram, mataram a curiosidade? Agora não precisa mais. Eu poderia pegar fotos da Alicia e colocar no blog, no twitter, mas eu não faço isso. Não vou sair bombardeando a Alicia na mídia. A minha profissão expõe a mim, e não a minha filha.
No começo da sua carreira você pensava em ser ginasta, acabou indo para o teatro e depois para a oficina de atores da Globo. Até onde foi escolha e até onde você acha que foi destino?
Eu contei muito com o fator sorte. Eu tinha dezoito anos e era uma menina do subúrbio. Como muitas meninas de hoje em dia, não acreditava que eu poderia chegar aonde cheguei. Não que não acreditasse em mim, mas eu não queria ir tão longe: TV Globo e novela... Eu acredito em destino! Eu sempre estava no lugar certo, na hora certa, fazendo a coisa certa. E fui conhecendo as pessoas, fazendo testes e dando sorte do tipo “a personagem é a sua cara”. Inclusive, quando fiz o teste do Domingão do Faustão, o “Estrela por um dia”, tinha uma menina que fazia oficina comigo e era uma das melhores atrizes, só que aquele papel não tinha nada a ver com o perfil dela. Não que eu não tivesse meu talento, mas naquele momento tudo se encaixou.
Você acha, então, que algumas coisas fogem da nossa capacidade de escolha...
Sim. Eu fui para a televisão de uma forma muito inusitada. Eu estava dançando num programa de televisão, e entre o júri de calouros tinha uma mulher que trabalhava com isso. Entre treze garotas, ela olhou pra mim e me perguntou “Por que você não faz teatro?”. Quando acabou o programa eu fui para o camarim, com minha mãe, e a mulher me deu um cartão, e disse que tinha a oficina de atores, e que era para eu procurar, para fazer um teste. Dali deu um estalo, comecei a fazer teatro no colégio, começou a coçar o “bichinho do teatro”, e fiquei apaixonada por aquele mundo onde eu poderia fingir ser um monte de coisas...
Qual a dica que você dá para as meninas que querem seguir essa carreira?
Ter atitude. Procure cursos, se dedique àquilo que você quer. Vou falar a coisa mais clichê do mundo: nada é impossível! Se você sonha com isso, corra atrás. É traçar um objetivo. Quando eu vi a possibilidade, a impossibilidade deixou de existir. Eu via que poderia estar ali, não era uma coisa abstrata, e eu sou capaz, por que não? Mas onde eu morava não tinha recursos, eu não era bem formada, então fui procurando abrir a mente, procurando coisas para focar, para crescer e ir até aonde queria.
Qual foi o momento mais difícil da sua vida?
A perda do meu pai.
E o melhor?
O nascimento da Alicia, a entrada da Alicia na minha vida. Parece que abre o coração. Você fica mais paciente, menos egoísta, mais medrosa. Antes, se eu batesse o carro, seria eu quem iria me machucar, hoje, se eu me arranho, já penso na minha filha.
Uma mulher e um homem que você admira no campo pessoal, e uma mulher e um homem que você admira no campo profissional...
No pessoal, minha mãe. Lutadora, mãezona, está comigo até hoje e me ajuda muito com a Alicia. É uma avó babona... E meu pai. Meus pais são meus heróis. Pela minha criação, pela educação que eu tive. Eu não fui pobre, mas também não tive luxo. Eu devo muito a eles, pelo que sou hoje. Criar filho é muito difícil. Por isso admiro todos os pais e mães. Agora, no campo profissional, sou apaixonada pelo Manoel Carlos. Li numa matéria que ele iria parar de escrever. Mas eu queria tanto fazer uma novela dele. Me deu uma angústia de saber que ele vai parar de escrever, porque queria muito trabalhar com ele. E uma mulher que admiro bastante, é uma atriz jovem, que até comentavam que eu parecia com ela: a Claudia Abreu. Ela é muito talentosa, faz um trabalho maravilhoso, e fez um plano de vida para ela muito bom. Ela não deixa a vida pessoal ir de frente com a profissão, não entra nesse mundo de fofoca... Admiro a maneira como ela conduziu a trajetória dela, esse paralelo entre a vida pessoal e a profissional.









No pessoal, minha mãe. Lutadora, mãezona, está comigo até hoje e me ajuda muito com a Alicia. É uma avó babona... E meu pai. Meus pais são meus heróis. Pela minha criação, pela educação que eu tive. Eu não fui pobre, mas também não tive luxo. Eu devo muito a eles, pelo que sou hoje. Criar filho é muito difícil. Por isso admiro todos os pais e mães. Agora, no campo profissional, sou apaixonada pelo Manoel Carlos. Li numa matéria que ele iria parar de escrever. Mas eu queria tanto fazer uma novela dele. Me deu uma angústia de saber que ele vai parar de escrever, porque queria muito trabalhar com ele. E uma mulher que admiro bastante, é uma atriz jovem, que até comentavam que eu parecia com ela: a Claudia Abreu. Ela é muito talentosa, faz um trabalho maravilhoso, e fez um plano de vida para ela muito bom. Ela não deixa a vida pessoal ir de frente com a profissão, não entra nesse mundo de fofoca... Admiro a maneira como ela conduziu a trajetória dela, esse paralelo entre a vida pessoal e a profissional.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O quadro mais feminista da televisão, ahahahaha está DE CARA nova!
O quadro mais feminista da televisão, ahahahaha está DE CARA nova!!! e de BLOG novo!!!
"CONFUSÕES FEMININAS", agora toda SEXTA às 2,30h da manhã, no Progr. Madrugada Vanguarda.
O quadro tem as atrizes Gabriela Rosas e Karina Sbruzzy, e a jornalista Alessandra Bruno. Além delas, cada semana um convidado (a). Já estiveram ao lado do trio: Lucas Finger, Sebastian, Regiane Mariotto, dentre outros...
Confiram os textos E OS VÍDEOS no blog do Confusões Femininas...
O BLOG = http://www.vnews.com.br/blog.php?id=30
OS VÍDEOS DOS PROGRAMAS = http://www.vnews.com.br/video.php?canal=14

"CONFUSÕES FEMININAS", agora toda SEXTA às 2,30h da manhã, no Progr. Madrugada Vanguarda.
O quadro tem as atrizes Gabriela Rosas e Karina Sbruzzy, e a jornalista Alessandra Bruno. Além delas, cada semana um convidado (a). Já estiveram ao lado do trio: Lucas Finger, Sebastian, Regiane Mariotto, dentre outros...
Confiram os textos E OS VÍDEOS no blog do Confusões Femininas...
O BLOG = http://www.vnews.com.br/blog.php?id=30
OS VÍDEOS DOS PROGRAMAS = http://www.vnews.com.br/video.php?canal=14

terça-feira, 6 de maio de 2008
Flávio Jardim, fotógrafo das CAPAS da Revista TAL !
Esse é o Flávio Jardim! Lindo por dentro e por fora, um verdadeiro MONSTRO na arte de fotografar! O cara é fera! Com ele não tem photoshop não!
Fala sério! trabalhamos juntos desde 2005!
Fala sério! trabalhamos juntos desde 2005!
fotos = FLAVIO JARDIM
sábado, 3 de maio de 2008
SITE DA REVISTA TAL: www.talrevista.com CONFIRAM A ENTREVISTA COM FABIANA KARLA!
Hoje passamos o dia para escolher uma foto da Fabiana Karla, para a CAPA, temos que escolher até domingo, porque temos que "fechar" a revista, pra gráfica poder rodar... Aí vão algumas...
FOTOS: FLÁVIO JARDIM (www.flaviojardim.com)
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Fabiana Karla será a próxima capa da Revista TAL
É isso aí, galera! Para quem é fã dessa grande humorista, terá tudo sobre a vida pessoal e profissional dela, na próxima edição da REVISTA TAL !!!
Tudo exclusivamente para vocês! Nessas fotos acima, só um gostinho...da Revista TAL, a revista que É! Fotos: Flávio Jardim (www.flaviojardim.com)
Entrem no blog da FABIANA KARLA !!! www.bloglog.globo.com/fabianakarla/
Entrem no Site da Revista TAL: www.talrevista.com




Tudo exclusivamente para vocês! Nessas fotos acima, só um gostinho...da Revista TAL, a revista que É! Fotos: Flávio Jardim (www.flaviojardim.com)
Entrem no blog da FABIANA KARLA !!! www.bloglog.globo.com/fabianakarla/
Entrem no Site da Revista TAL: www.talrevista.com
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